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Publicado em Atualidades, Novidades , dia 6 de março de 2015

Mulheres Consumistas? Nada disso.

Por: Cooperforte

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Para muita gente, nem é preciso fazer pesquisa para saber se as mulheres são consumistas ou não. O senso comum associa gastos ao sexo feminino.  Mas será que isto é verdade? Com esta mesma dúvida, o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e o portal Meu Bolso Feliz realizaram uma pesquisa para tirar isso a limpo. O resultado? Este estereótipo não é nada mais do que um mito.

Três, de cada cinco entrevistadas, revelaram ter a vida financeira organizada e 62% delas dizem manter o controle financeiro. Já do lado masculino, 64% dos homens dizem ser organizados com as finanças, ou seja, uma diferença muito pequena.

Comentando sobre essa estatística, a economista-chefe do SPC, Marcela Kawauti disse: “Aquele clichê da mulher impulsiva diante das vitrines cai por terra diante desta pesquisa. A ponderação antes das compras é tão presente nas mulheres quanto nos homens.”

A pesquisa também revelou que não existe diferença entre os três primeiros sonhos de consumo de homens e mulheres. São eles, em ordem de preferência: viajar para o exterior, viajar pelo Brasil, comprar um carro. O problema é que, apesar de revelarem ser controladas financeiramente, apenas 18% das mulheres disseram ter realizado seus sonhos. Isso certamente ocorre porque 73% das entrevistadas afirmaram não fazer nenhum tipo de reserva para a realização desses desejos.

Ao que tudo indica, as mulheres estão muito bem encaminhadas financeiramente. Só falta ajustar o último detalhe do controle financeiro, ou seja, ´fazer uma reserva, uma poupança,um “pé de meia”. E uma ajuda para isto você encontra nesta matéria do canal de educação financeira da Cooperforte  Economia Dia a Dia:Reserva Financeira Uma Atitude Inteligente.

 

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Publicado em Atualidades , dia 4 de março de 2015

Na escola da vida, quanto mais se vive, mais se aprende. Sempre!

Por: Cooperforte

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“Quanto mais se vive, mais se aprende.” Este ditado popular é muito sábio, pois ensina que a experiência acumulada, transformada em conhecimento, é uma riqueza valiosa, muito útil em vários momentos da vida. E também que sempre é tempo de aprender.

Entretanto, quando o assunto é tecnologia, a questão não é tão simples. Como a todo instante surgem novidades, que substituem – às vezes radicalmente – o que era conhecido e consagrado, a todo instante as pessoas são desafiadas a rapidamente conhecerem e se adaptarem às novas versões, mais complexas e mais completas. Mas aos mais vividos esta realidade gera insegurança, sobretudo porque eles valorizam muito a continuidade e a estabilidade, que normalmente não são os combustíveis da inovação.

O desconforto das pessoas mais velhas diante de equipamentos mais avançados tem vários motivos, e um dos principais é o medo. Medo de desprogramar ou danificar o aparelho, medo de perder ou expor informações importantes, medo de vírus que roubam senhas, medo de golpes de pessoas mal intencionadas. É por medo que muita gente, por exemplo, sequer faz pagamentos ou consulta extratos pela internet.

Entretanto, com o aumento da expectativa de vida da população esta realidade está se transformando. Baseando-se no ditado que ensina “quanto mais se vive, mais se aprende”, muitos ‘idosos’ estão rompendo barreiras e fazendo coisas que antes não eram bem vistas naquela idade. Praticam esportes, participam de competições, aprendem idiomas, viajam, estudam, participam de projetos sociais e aprendem a lidar com a tecnologia. Isto mesmo. Até colocam a internet a serviço do seu aprendizado e lazer.

Por meio das redes sociais localizam velhos amigos, fazem novas amizades, aumentam virtualmente o círculo social e expandem seu conhecimento, mantendo o cérebro sempre ativo. Deste modo até afastam doenças como Alzheimer e depressão. Mas tudo isto é mais fácil quando eles podem contar com o apoio e o incentivo das pessoas mais próximas, como filhos e outros parentes.

 

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Publicado em Novidades , dia 26 de fevereiro de 2015

Se alimentando bem, que mal tem?

Por: Cooperforte

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Sendo o Brasil um país tão grande, para alguns até mesmo de dimensões continentais, é natural que a alimentação tenha diferenças de região para região. Afinal o clima, a vegetação, o  ambiente e os costumes influenciam tanto na culinária “típica”, própria das ocasiões especiais, quanto na composição das refeições diárias. Do café da manhã até o almoço e o jantar. Mas se todos se alimentarem bem, que mal tem?

Além de ser fonte de prazer, fazer refeição em grupo é também uma forma de convívio social e interação, muitas vezes até mesmo de congraçamento. Por isto, no Brasil dizem que a cozinha costuma ser o melhor lugar da casa, assim como os almoços de domingo são tradicionais para muitas famílias. E grande parte das comemorações tem o sempre esperado momento alegre dos comes e bebes. Quem não gosta?

Mas comida não é só festa. Alguns dos mais importantes problemas da atualidade dizem respeito exatamente à qualidade alimentar, como por exemplo o aumento mundial do número de obesos e de diabéticos, e também à subnutrição – e até mesmo à desnutrição – de grandes contingentes populacionais.

Mas em relação o Brasil, como avaliar a qualidade do que se come de norte a sul em um território tão vasto e tão diverso? O Guia Alimentar para a População Brasileira é uma ajuda muito útil para quem quer entender um pouco mais sobre este assunto, pois traça um bom mapa alimentar do país, inclusive com a apresentação de qual é a composição de refeições diárias feitas nas várias regiões, por faixa etária e sexo.

Além de sua importância informativa, a publicação, como o próprio nome diz, é um guia para quem quer aderir à alimentação saudável, independentemente da região brasileira em que esteja. Para acessá-lo, clique aqui.

 

Publicado em Crédito , dia 19 de fevereiro de 2015

Feliz Ano Novo! De novo?

Por: Cooperforte

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No Brasil, muita gente diz que o ano só começa, de fato, depois do carnaval. Que o período entre o Ano Novo e o Reinado de Momo é uma época em que pouca coisa se faz, funciona ou acontece. Se para eles é assim, agora não têm mais desculpa: 2015 já começou. O carnaval ficou para trás e restam apenas 10 meses e 10 dias para transformar em realidade os sonhos programados para este ano. Mas você sabe quais caminhos deve percorrer para chegar até lá?

Antes de mais nada, é preciso ter certeza dos próprios objetivos para, em seguida, priorizá-los. Aí então é hora de planejar, definir cronograma, com prazos e datas, considerar os recursos necessários – tanto os que já possui, quanto outros que precisará “correr atrás”. Na sequência, verificar interveniências com outras ações e iniciativas, inclusive com aquelas que estão fora do seu limite de atuação ou dependem de decisões alheias. E também identificar parceiros e pessoas que possam contribuir, com informações, orientações, experiência ou simplesmente com estímulo e apoio, que são muito importantes para se chegar ao sucesso.

Persistência e motivação são combustíveis essenciais durante todas as fases desta “caminhada”, pois, mesmo que o planejamento tenha sido o mais cuidadoso possível, podem surgir situações imprevistas a serem contornadas. Isto é tão importante que volta e meia está em pauta. A matéria Quem perde tempo não ganha dinheiro, publicada no canal da Cooperforte Economia dia a dia,dá uma força neste sentido. Para ler, é só clicar aqui.

Quer um ano cheio de realizações? Ainda dá tempo.

 

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Publicado em Atualidades , dia 11 de fevereiro de 2015

Carnaval, da Grécia para o Brasil

Por: Cooperforte

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O Carnaval, que no Brasil encanta o mundo com os desfiles das escolas de samba e arrasta milhões de pessoas nos blocos de rua, nos trios elétricos, nos grupos de frevo e nas mais diversas manifestações locais, é mais velho do que Cristo. Isto mesmo.

Revirando a história, dizem que o primeiro “grito de Carnaval” foi dado na Grécia 520 anos antes de Cristo, numa festa em honra ao deus Dionísio, quando tudo o que se queria era beber vinho e saudar a primavera e a fertilidade. E também, principalmente e acima de tudo, se divertir. Os gregos gostaram tanto desta festa que a transformaram em um acontecimento anual.

Atravessando o mar, o Carnaval chegou até Roma e, já na era cristã, passou a ser festejado sempre nos últimos dias antes da quaresma, quando as pessoas extravasavam e faziam tudo o que, no período de penitência, a religião proibia. Com isto, o Carnaval tornou-se uma data oficial para os cristãos, sempre comemorada 47 dias antes da Páscoa.

De Roma, o Carnaval chegou a Portugal de lá, na forma do Entrudo – que era uma brincadeira espontânea e de deboche, comum na região de Açores e Cabo Verde – veio para o Brasil no século XVIII.  País tropical, aqui a folia encontrou solo fértil. Ganhou ritmos próprios, cores locais e animação, muita animação. E hoje é o que é…

Tanto que, entre vários apelidos, o Brasil tornou-se conhecido como “país do carnaval” e algumas músicas até garantem: “quem não gosta de samba, bom sujeito não é, é ruim da cabeça ou doente do pé”. E também que “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu!

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Publicado em Atualidades , dia 9 de fevereiro de 2015

No Carnaval este bloco não cai na folia

Por: Cooperforte

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O Brasil é conhecido  como  “o país do carnaval”, mas dizem ser surpreendente o número de brasileiros que não são súditos do Rei Momo. Segundo  pesquisa feita em 2013 pela Confederação Nacional de Transporte -CNT com o Instituto Sensus, 57% das 2 mil pessoas entrevistadas em 195 cidades declararam não entrar na folia nem gostar de carnaval.

Sem entrar no mérito desta porcentagem, sabe-se que é grande o número de brasileiros que prefere utilizar o período carnavalesco para fazer outras atividades, como pequenas viagens, camping, pescaria ou simplesmente descansar. Se este é o seu caso, mas você não quer deixar a cidade e também ainda não definiu uma programação para este que é um dos maiores feriados prolongados, veja abaixo algumas dicas. Quase sempre é possível conjugá-las, numa diversão de três dias.

 

Cinema – Neste período geralmente não há filas, assim como as sessões mais vazias permitem maior concentração e envolvimento com a estória projetada na tela. Às vezes ‘rolam’ até promoções, com ingressos a preços especiais.

Leitura - Maior tempo livre é um bom convite para colocar a leitura em dia, inclusive, quando for o caso, aprofundar-se nos estudos e adiantar pesquisas e tarefas. Maior será o prazer quanto maior for o interesse pelo assunto estudado.

Amizade anti-Momo - Todo mundo conhece alguém ou tem algum amigo que não gosta de carnaval. Que tal juntar-se a eles e, num bloco anti-momo, desenvolver alguma atividade social ou de lazer?

Gourmet - “Dirigir um fogão” colocando em prática os “dotes culinários” é sempre divertido e prazeroso, principalmente quando é junto de pessoas queridas. Fazendo isto, quando nada, se está fantasiando de mestre cuca.

Cultura alternativa – Muitas vezes, paralelamente à folia, em áreas distantes de onde se concentra o carnaval, acontecem programações alternativas de música, teatro e outras manifestações culturais. Quem fica de olho sempre descobre…

Mergulho no hobbie – Aproveitar o tempo livre para dedicar-se ao que mais gosta de fazer, seja pintura, artesanato, fotografia, desenho, música, literatura, além de aperfeiçoar a técnica, proporcionará muita satisfação e bem-estar.

 

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Publicado em Atualidades , dia 4 de fevereiro de 2015

Gelada no carnaval? Só a cerveja…

Por: Cooperforte

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Carnaval é descontração, folia e alegria. Brincar à vontade, cair na farra, sair da rotina  e se divertir atrás de trios elétricos, em blocos animados, desfiles de escola de samba, bailes a céu aberto ou em salões. Este é o espírito que leva multidões às ruas, a clubes ou a praias em todo o país.

No carnaval, uma coisa que não tem graça, e por isto mesmo ninguém quer, é sair no bloco do “eu sozinho”. Nesta, que é a maior festa popular brasileira, os foliões se juntam em grandes grupos, independentemente se são pessoas conhecidas ou se estão se vendo pela primeira vez, com chance de não se encontrarem nunca mais.

Entretanto, mesmo que o reinado de Momo seja de paz e alegria, nunca se deve esquecer que, para estar em uma aglomeração e evitar aborrecimentos, convém não descuidar das questões de segurança. Afinal, o clima de liberalidade e o anonimato que são próprios da folia, somados a alguns excessos, podem criar situações que ninguém deseja.

Sabendo disto, para que no seu carnaval nada seja uma gelada a não ser a cerveja, não ‘marque bobeira’ e, para isso:

 

➨ Leve apenas o dinheiro que pretende gastar naquela saída, de preferência trocado no valor aproximado de cada despesa. Evite sair com cartão de crédito, não só para prevenir perdas mas também para manter o controle dos gastos. Vai que na empolgação…

➨ Guarde a carteira em local seguro, como por exemplo o bolso da frente e, sempre que retirá-la, certifique-se de que ela não caiu ao guardá-la de novo.

➨ Não descuide da situação ao seu redor. Assim você conseguirá livrar envolver-se gratuitamente em confusões.

➨ Não saia com nenhuma joia ou objeto de grande valor. Isto sempre está no alvo de pessoas mal-intencionadas

➨ Evite transitar por lugares ermos, desertos ou sombrios e, sempre que possível, procure andar e estar sempre com um grupo de amigos.

➨ Não se esqueça de ter consigo uma cópia da carteira de identidade, o endereço onde está hospedado e até o número telefônico de pessoas conhecidas.

➨ Fique atento às bebidas alcoolicas que ingere. Certifique-se de que não foram adulteradas e evite qualquer excesso que possa prejudicar sua atenção.

➨ Alimente-se adequadamente e cuide da hidratação, bebendo bastante líquido. Na rua, fique atento à aparência, à higiene e à qualidade dos alimentos que consome.

 

Quanto melhor estiverem sua saúde e sua segurança, melhor e mais divertido será o seu carnaval!