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Publicado em Atualidades , dia 23 de abril de 2015

Maio ainda é o mês das noivas?

Por: Cooperforte

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Tanto no hemisfério sul quanto no hemisfério norte, a primavera é uma estação muito festejada. Intermediando como um ponto de equilíbrio os extremos inverno e verão, traz um clima ameno e uma luminosidade agradável, além do perfume e do romantismo das flores. Por tudo isto, é a época em que, desde a Antiguidade, diferentes culturas celebram realizações socialmente importantes, como casamento e maternidade.

Esta é a explicação porquê maio, em alguns países localizados acima da Linha do Equador, é tradicionalmente conhecido como o “mês das noivas”. Há muito tempo este costume chegou ao Brasil e aqui o título, na prática e não oficialmente, é dividido com o mês de setembro, que são os preferidos para as solenidades de casamentos.

Sem dúvida, interesses comerciais, reforçados pelo marketing, induzem à opção dos ‘pombinhos apaixonados’  para se casarem nestes meses, mas nos últimos anos, curiosamente, um elemento financeiro de outra natureza está modificando esta realidade.

Estatísticas mostram que, preferido ou não, o mês de dezembro têm se mostrado o mais ‘casamenteiro’, posicionando-se à frente de maio e setembro, e uma das causas desta mudança é bastante simples: o décimo terceiro salário.

Cerimônia, festa, viagem, trajes, presentes. Como casamento envolve muitos gastos e altas despesas, tanto para os noivos e suas famílias quanto para os convidados, o reforço no orçamento, que representa o salário extra, e maior disponibilidade para viagens têm sido o suficiente para mudar esta velha tradição…
Fonte: Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE)

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Publicado em Novidades , dia 20 de abril de 2015

23 de abril – Dia de São Jorge, o santo que não anda a pé

Por: Cooperforte

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Um valente guerreiro, montado sobre um cavalo branco, enfrentando um dragão feroz, para defender uma jovem delicada. Esta é a representação de São Jorge – um personagem que faz parte da vida e está presente no dia a dia de muitos brasileiros. Independentemente dos aspectos míticos ou religiosos de crença e fé, o guerreiro capadócio simboliza sentimentos audazes e nobres, como por exemplo determinação, firmeza e coragem.

São Jorge chegou ao Brasil trazido pelos portugueses no século XVIII e nas cidades coloniais mineiras era figura obrigatória e de destaque nas procissões de Corpus Christi. Nestas ocasiões, por exemplo, antes de serem esculpidas imagens de madeira, era representado por um cidadão local, vestido a caráter com capacete, escudo e lança, montado sobre um cavalo branco.

Das procissões, São Jorge conquistou a simpatia do povo. Tanto que ganhou as ruas e ainda hoje pode ser visto em muitas casas e bares,  em estampas e imagens, algumas vezes até enfeitadas e iluminadas com pequena luz vermelha. E que seu dia, 23 de abril, é feriado estadual no Rio de Janeiro.

O santo guerreiro, que começou a ser cultuado no século V em Constantinopla, na Turquia, tornou-se tão popular que é  padroeiro não só da Inglaterra e Portugal, mas  também do Corínthians, e  foi adotado até como protagonista de um consagrado ditado popular. Quem nunca ouviu alguém comentar que “enquanto houver cavalo, São Jorge não anda a pé”?

E por falar nisto, que tal curtir “Jorge da Capadócia, na voz de quatro outros Jorges: Ben Jor, Vercilo, Aragão e Mautner?

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Publicado em Novidades , dia 15 de abril de 2015

Além de diversão e lazer, para que servem os feriados?

Por: Cooperforte

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De feriado, todo mundo gosta. Se o feriado for em uma segunda ou sexta-feira, melhor ainda, pois com um fim de semana “de três dias” possibilita muito lazer e diversão.

Nem todos sabem, mas os feriados e as datas comemorativas existem desde a antiguidade. Com eles, as comunidades e os povos acompanhavam a passagem do tempo e dos anos, marcando o calendário com celebrações que relembravam e eternizavam fatos importantes para a história daquela sociedade. De modo geral, esta função permanece até hoje, em muitos casos, alterando a rotina com eventos coletivos.

No quesito feriado, o Brasil aparece em sétimo lugar entre todos os países do mundo. Aqui, anualmente 12 dias são dedicados nacionalmente a comemorar datas cívicas, históricas, sociais, culturais ou religiosas, o que corresponde a quase meio mês, ou seja, é como se o ano tivesse apenas 11,5 meses. Considerando também os feriados locais, o ano fica menor ainda…

Entretanto, apesar de seus efeitos na economia – tanto na produção quanto, de algum modo, no comércio -, os feriados são muito importantes sobretudo para a consolidação  do sentimento nativista e para o fortalecimento da identidade nacional, que são “bens patrióticos” de grande valor.

 

  • Cooperativismo

Publicado em Cooperativismo , dia 13 de abril de 2015

Bibliotroca: compartilhando conhecimento

Por: Cooperforte

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Proposta de sustentabilidade nas escolas Brasil afora, a bibliotroca proporciona que livros sejam revezados entre os alunos, economizando dinheiro e novas impressões. O reaproveitamento dos livros pode alcançar economia de até mil reais na compra deste item do material escolar.

O mecanismo da bibliotroca é simples: os livros usados pelos alunos de uma série servem aos alunos que estarão cursando aquele ano, e os livros de séries adiantadas servem aos alunos das séries anteriores, num círculo virtuoso de compartilhamento, aproveitamento do material já impresso e cuidado com o meio ambiente.

Assim que recebem a lista de material escolar, os pais podem levar os livros que não serão mais usados para trocá-los por aqueles que serão aplicados no ano seguinte. Além de economizar dinheiro, as bibliotrocas são socialmente responsáveis e solidárias, já que livros restantes são doados para instituições de caridade; além da economia ambiental, evitando o uso de mais insumos para impressão de novos livros.

Muitas escolas já informam às famílias dos alunos a possibilidade de trocar os livros usados. Caso a escola do seu filho não disponha da bibliotroca, faça esta sugestão a ela. O compartilhamento do conhecimento educa em todos os aspectos.

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 8 de abril de 2015

Desperdício de alimentos é desperdício de dinheiro

Por: Cooperforte

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Estudo da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) de 2013 aponta que um terço dos alimentos produzidos no mundo é desperdiçado, enquanto milhões de pessoas passam fome. No Brasil, o desperdício chega a 40 toneladas por dia, de acordo com levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Empraba).

O estudo da FAO também aponta que mais da metade do alimento desperdiçado se perde na produção, na manipulação após a colheita e na armazenagem. O restante se perde no processamento, na distribuição e no consumo. E quanto mais tarde os produtos se perdem na cadeira alimentar, mais danosas são as consequências ambientais, já que ao custo inicial da produção são adicionados os custos ambientais do processamento, do transporte, do armazenamento e da utilização dos alimentos.

Para a Embrapa, a quantidade de alimentos desperdiçados no Brasil, anualmente, é suficiente para alimentar 19 milhões de pessoas diariamente.

Segundo Carlos Dória, do Centro de Cultura Culinária Câmara Cascudo, de São Paulo, “o brasileiro sempre teve mesa farta por conta de estar em um país tropical, e não está acostumado a aproveitar o alimento integralmente”. Para provar que é possível aproveitar tudo, o chef Alex Atala criou um menu composto completamente por partes usualmente desprezadas pelas pessoas.

Faça sua parte: compre somente o necessário, e não coloque no prato mais comida do que vai comer. Use integralmente os alimentos e aproveite os diferentes sabores. E sem desperdício.

Saiba mais:

https://www.fao.org.br/daccatb.asp

http://www.bancodealimentosrs.org.br/Noticia/352/Dados-alarmantes-sobre-desperdicio-de-alimentos-no-mundo-Banco-de-Alimentos-minimiza-o-problema-ha-13-anos

http://www.redebrasilatual.com.br/ambiente/2014/05/desperdicio-de-alimentos-no-brasil-chega-a-40-mil-toneladas-por-dia-3443.html

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Publicado em Atualidades, Novidades , dia 6 de abril de 2015

O poder do pensamento positivo

Por: Cooperforte

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Superar as dificuldades e desafios é essencial para qualquer pessoa: pensar positivo é uma atitude que parece simples e pode trazer grandes frutos para sua vida pessoal e profissional. Não é tão fácil quanto parece, porém: é preciso treinar o cérebro a ter uma resposta positiva para as situações mais adversas.

“As pessoas tendem a ter inclinações cognitivas negativas, em direção aos seus fracassos”, afirma Matthew Della Porta, psicólogo e consultor organizacional. Ou seja, nossos cérebros “gostam” mais de informações negativas e as guardam com mais facilidade do que as positivas. Isso não é completamente ruim, porque reconhecer dificuldades e procurar superá-las é uma virtude. O problema é quando passamos do ponto, nos martirizando e pensando negativamente.

A empreendedora e especialista em psicologia Nadia Goodman lista três passos para pensar positivo:

1 – Expresse gratidão

Acontecimentos negativos crescem exponencialmente se você não os balancear conscientemente — é preciso pensar nos pontos positivos, ver que não são só trevas. Isso dá ao cérebro o tempo extra necessário para registrar e lembrar do acontecimento positivo.

Uma atitude simples é, uma vez por semana ou por dia, refletir sobre o que de bom vem acontecendo. Se necessário, escreva estes pontos positivos para lembrá-los com mais facilidade. A oportunidade de buscar uma carreira que você ama e o companheirismo da sua família são exemplos de pontos positivos. “Seja breve, senão a gratidão parece mundana”, diz Della Porta.

2 – Repita afirmações positivas

Quanto mais uma mensagem é ouvida, maior a chance de acreditarmos nela. O mesmo acontece com mensagens sobre quem é você e o que é capaz de fazer. Ao repetir afirmações positivas com convicção, o cérebro é treinado a acreditar nelas, e no decorrer do tempo, internalizá-las. “Posso lidar com qualquer coisa em meu caminho” e “Estou melhorando todos os dias” são exemplos de frases efetivas.

3 – Desafie pensamentos negativos

Nós escolhemos como responder todas as vezes que um pensamento negativo surge. O cérebro se fixa em acontecimentos negativos, transformando-os em problemas muito maiores e muito mais significativos do que realmente são. Para combater isso, imagine que o pensamento não é parte de você, mas sim algo que você pode desconstruir e observar à distância.

Desafie, então, os pensamentos negativos injustos. Por exemplo, se alguma iniciativa não deu certo, o pensamento “sou uma falha” é inverídico e desnecessário. Interprete o mesmo evento diferentemente: “eu trabalhei muito mas não deu certo. Estou desapontado, mas posso tentar novamente de maneiras diferentes”. Esta interpretação é muito mais perto da realidade e proativa, motivando a agir para se aperfeiçoar, ao invés de ficar parado.

Toda essa estratégia será difícil no começo, mas futuramente se tornará automática. É preciso prática, já que ninguém faz isso naturalmente.

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Publicado em Atualidades, Cooperativismo, Novidades , dia 2 de abril de 2015

O que pensa a juventude digital?

Por: Cooperforte

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Nação Hashtag (#). Este é o nome de uma pesquisa feita pela agência Havas Worldwide que buscou mostrar como pensam e vivem jovens entre 16 e 34 anos. Foram consultadas mais de 10 mil pessoas em 29 países.

O estudo mostrou as preferências e diferenças destes #jovens em comparação com a geração da década de 1960. Naquela época, o movimento de contracultura considerava importante se diferenciar e romper com os costumes: ser contra o status quo, vestindo roupas inusitadas, ouvindo músicas consideradas excêntricas vanguardistas e questionando atitudes esperadas até então.

Para o jovem Hashtag, porém, a atração pela rebelião perdeu espaço para o desejo de mexer, customizar, “hackear”, transformar, desconstruir sem destruir. É a geração dos “makers”, ou “fazedores”.

Marcada pelo autodidatismo despertado pela Internet, essa é a geração do “Faça Você Mesmo”, ou DIY (“Do It Yourself”). É possível aprender sozinho a fazer o que quiser, quando quiser – e os jovens aproveitam isso.

Outra diferença notada no estudo são as novas divisões e os novos agrupamentos nesta geração. Agora, os grupos são montados mais pelos interesses e pela forma de se comunicar do que pela faixa etária. Há, por exemplo, grupos de jovens com 25 anos que se juntam a outros, de 15 anos, apenas por um interesse em comum, como um filme ou um jogo específico de computador.

Usar das mesmas ferramentas tecnológicas também faz grande diferença na comunicação desta geração. Isso é relacionado com o novo costume de compartilhar informação. O ato de partilhar o que pensam ou sentem com conhecidos (e estranhos) é cada vez mais frequente, e faz com que os jovens se sintam empoderados.

A cultura pop continua sendo a referência para este grupo: 57% dele se interessa mais pelo que ocorre mundialmente do que pela cultura local. Consomem, então, mais marcas globais do que as nacionais e regionais, e a cultura norte-americana e seus ícones têm grande influência sobre esta geração. Para dialogar com este grupo é importante reconhecer o que ele valoriza e respeitar suas opiniões,incentivando o convívio pacífico com a diversidade das demais gerações, culturas e estilos de vida.

Referência: http://www.prosumer-report.com/blog/category/hashtag-nation/