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Publicado em Atualidades , dia 18 de maio de 2015

Crowdlearning: todo mundo tem algo a ensinar e a aprender

Por: Cooperforte

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Quanto mais diversificado e plural, mais amplo e rico é o conhecimento. Do mesmo modo, quanto mais pessoas participam do processo de ensino-aprendizado, maior é o intercâmbio de experiências e de opiniões e, também, a variedade de pontos de vista, compreensões e saberes sobre o mesmo assunto. Isto significa o seguinte: todo mundo tem muita coisa a ensinar e a aprender.

A internet, com suas múltiplas funcionalidades, entre elas a formação de grupos e comunidades e o compartilhamento, facilita bastante a aprendizagem interativa e a construção de um conhecimento coletivo. É o crowdlearning, expressão inglesa que une as palavras crowd (multidão) e learning (aprendizado), muito utilizado para designar esta prática educativa. Há situações em que o crowdlearning se junta ao crowdfunding, que é o financiamento coletivo de alguma realização ou produto, no caso ligado à educação, informação, capacitação, qualificação ou atualização.

A iniciativa do crowdlearning na internet começa com a formação de um grupo ou de uma comunidade temática, destinada ao compartilhamento de informações e conhecimentos sobre assuntos específicos, com discussão e comentários de todos os membros – pessoas com conhecimentos, noções ou interesse sobre a questão. Como recurso para aprendizagem, juntamente com os textos, vídeos, citações e outros recursos digitais, o grupo pode convidar pessoas que dominam o assunto para palestras, bate papo, orientação, supervisão e outras formas de interação on-line.

Além do aprendizado, outra grande vantagem do crowdlearning é a realização do networking, ou seja, uma rede de contatos pessoais, acadêmicos e profissionais  especializada em assuntos de interesse do grupo.

Para saber mais sobre networking, clique e leia: Network: uma andorinha sozinha não faz verão.

 

  • Atualidades

Publicado em Atualidades , dia 13 de maio de 2015

Privacidade é bom e todo mundo gosta!

Por: Cooperforte

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Na sociedade digital, comandada pela internet, ninguém sabe com certeza qual é o limite entre o que é público e o que é privado. Imagine uma foto em família, por exemplo, que  retrata uma situação de relativa intimidade. Ao ser publicada em rede sociais, é compartilhada com seus amigos e, a partir de então, pode ser difundida amplamente até grupos e pessoas que não se imagina, sem qualquer possibilidade de controle. Como diz o povo, “caiu na rede é peixe”!

Assim como muita gente não se preocupa com a exposição da imagem pessoal, outras ficam incomodadas ao pensar em até que ponto isto pode representar ameaça à sua privacidade. E, cautelosas, antes de mais nada, analisam com cuidado e sob todos os aspectos a imagem ou opinião que vão lançar aos quatro ventos. Inclusive sabendo que uma foto traz em si, implicitamente, muitas informações, como local, situação, personagens e outras.

Como a privacidade é um direito humano, hoje facilmente muito violável, este é um assunto que está sempre em pauta. Principalmente quando a imprensa noticia algum fato que envolve pessoas famosas. Como preservar a privacidade é um cuidado que interessa a todos, o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil – cert.br lançou a Cartilha de Segurança para Internet.

Saiba o que ela recomenda sobre privacidade clicando aqui!

  • Cooperativismo

Publicado em Cooperativismo , dia 11 de maio de 2015

Theodor Amstad, o patrono do Cooperativismo brasileiro

Por: Cooperforte

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Você sabe quem foi Theodor Amstad? Provavelmente não, pois este nome é desconhecido pela grande maioria dos brasileiros, apesar de sua importância no cooperativismo nacional. Afinal, foi o padre Theodor Amstad que criou a primeira cooperativa de crédito brasileira em 1902! A criação se deu no interior do Rio Grande do Sul, em Nova Petrópolis. Apenas dois anos após a criação da primeira cooperativa de crédito das Américas, em Quebec, no Canadá.

Padre Amstad era suíço e chegou ao Rio Grande do Sul em 1885. Ele se tornou bastante conhecido ao percorrer as diversas regiões de colonização alemã, montado em um burro, para dar assistência à população local. Dizem que nesta missão ele pode ter percorrido até 80 mil quilômetros.

Amstad incentivou a prática do associativismo como alternativa para os colonos solucionarem suas dificuldades e, como resultado, nasceu em 1912 a Sociedade União Popular do Rio Grande do Sul – Volksverein, ainda hoje atuante com o nome Associação Theodor Amstad. Além disto tudo, fundou duas cidades: Nova Petrópolis e Acaí.

O pioneiro padre Amstad faleceu em 1918. Quinze anos antes, em 1903, logo após criar a cooperativa de Nova Petrópolis, elaborou as primeiras diretrizes para a construção de cooperativas em nosso país. Tão fundamentadas e pioneiras eram estas diretrizes que serviram de base para a primeira legislação sobre o cooperativismo, editada pelo governo federal em 1907.

Conheça, no vídeo abaixo, a Praça Theodor Amstad, com a qual Nova Petrópolis homenageia o seu fundador.

 

  • Atualidades

Publicado em Atualidades , dia 6 de maio de 2015

Como surgiu o Dia das Mães?

Por: Cooperforte

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O Dia das Mães, assim como  outras datas comemorativas, é marcado pela troca de presentes e expressões de carinho e gratidão. Entretanto, a data instituída no Brasil em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas, possui uma história anterior, bem diferente da que hoje conhecemos.

Sua origem nos leva a 1850, nos Estados Unidos, quando Ann Reeves Jarvis, uma mulher de meia idade, fundou clubes de trabalho, que funcionavam nos denominados “dias das mães”. Nestes dias, eram as mães que iam ao trabalho, e não os homens, como era o padrão daquela época. A ideia era diminuir a mortalidade infantil e melhorar as condições sanitárias.

Estes mesmos grupos cuidavam de soldados feridos durante a Guerra de Secessão (1861-1865). Para manter as mães participantes sempre motivadas, Ann realizou uma programação recreativa que incluía piqueniques mas também incentivava as mães a se interessarem por política e cidadania.

Ann morreu em 1905, mas seu legado foi mantido e expandido pela sua filha, Anna Jarvis, que, além de manter o projeto cidadão de sua mãe, deu à data o caráter de homenagem. No Dia das Mães, os filhos prestariam homenagens de gratidão e reconhecimento às mães, pela dedicação e carinho que elas devotam à família.

Não tardou e o comércio viu, naquela data comemorativa, a oportunidade para aumentar suas vendas.  Assim, disseminou a ideia de que a melhor forma de expressar sentimentos era por meio de um presente, contrariando o que imaginara Anna, quando instituiu o dia de homenagens.

Afinal, amor e carinho valem mais do que qualquer presente!

  • Novidades

Publicado em Novidades , dia 4 de maio de 2015

E aí, vai um açaí?

Por: Cooperforte

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Nos últimos anos, o açaí está na moda. Seja puro, em suco, na tigela com banana e granola, a fruta tornou-se mania nacional, caindo no gosto dos brasileiros dos mais diversos pontos do país. Pelo menos dos jovens…

Mas não foi sempre assim. Até a penúltima década do século 20, ou seja, por volta de 1980, era conhecido e consumido apenas na Região Norte. Lá, ainda hoje, é forte sua presença na alimentação local. Para algumas comunidades ribeirinhas, a fruta representa até 40% da dieta familiar.

Sabor e energia. Foi esta mistura, que é a principal característica do açaí, que o levou para outros estados, apesar de sua produção ainda estar concentrada nos  estados do Amazonas e Pará. E de lá que saem 85% da produção mundial da fruta, em estado natural.

E por falar nisto, o açaí está ganhando o mundo. Da beira dos rios amazônicos, a fruta passou pelas praias e pelas grandes cidades brasileiras e hoje já está se tornando popular nos Estados Unidos e na Europa. Lá, além da alimentação, principalmente na forma de bebida, o açaí é também utilizado na fabricação de cosméticos, como óleos e shampoos. E muito apreciado…

  • Novidades

Publicado em Novidades , dia 29 de abril de 2015

Tecnologia chegou à sala de aula e leva a educação para todo lugar

Por: Cooperforte

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A tecnologia digital faz parte do dia a dia em tal nível que até as escolas cada vez mais adequam seus conteúdos e sua didática para utilizar sistemas, recursos e equipamentos eletrônicos como meios pedagógicos.

Neste processo, palestras, aulas e até cursos online já vêm sendo adotados como alternativas para o ensino, possibilitando ao aluno estudar e aprender em casa, o que tem muitas vantagens, entre elas economia: economia do tempo gasto com  deslocamentos, economia de gastos com transporte e economia ambiental de diversas formas.

Mas o próprio estudante pode, por iniciativa própria, encontrar na internet conteúdo que aumente o seu conhecimento, enriqueça sua experiência, auxilie na fixação do que foi ensinado em sala de aula e aumente sua atualização, curiosidade e criatividade. Basta navegar em fontes seguras e confiáveis e, se possível, contar com indicação e orientação dos professores.

Além dos alunos, os professores também se beneficiam da evolução tecnológica, como por exemplo utilizando o programa Google Sala de Aula, que auxilia a administrar tempo, organizar tarefas, registrar, encaminhar e divulgar avaliações dos alunos. Tudo com poucos comandos…

  • Atualidades

Publicado em Atualidades , dia 27 de abril de 2015

Há quase cem anos, Dia do Trabalho festeja lutas e conquistas

Por: Cooperforte

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Primeiro de maio é feriado mundial, quando a maioria dos países comemora o Dia do Trabalho ou Dia dos Trabalhadores. Um dia de folga em reconhecimento à contribuição que os trabalhadores prestam, por meio de seu esforço, para o bem-estar e para o desenvolvimento da sociedade.

Mas a história deste feriado não começa com comemoração. Pelo contrário, ele está ligado a várias manifestações que durante anos reivindicaram melhores condições de trabalho. A pioneira aconteceu em primeiro de maio de 1886, quando trabalhadores americanos de Chicago mobilizaram-se pela redução da jornada de trabalho para 8 horas. Isto resultou em uma greve geral nos Estados Unidos e em conflitos de trabalhadores com policiais que resultaram em muitas mortes.

Valorizando o movimento de Chicago, três anos depois, em 1889, os franceses escolheram primeiro de maio como seu “dia da manifestação anual pela jornada de trabalho de  8 horas”. Reprimida violentamente pela polícia, a manifestação de 1891 terminou com dez mortes.

Entretanto, os trabalhadores franceses continuaram se manifestando naquela data, até que, em 1919 – trinta e três anos depois dos confrontos de Chicago – o senado da França aprovasse em lei a jornada de trabalho de 8 horas. Na ocasião, o senado francês proclamou primeiro de maio o Dia Nacional dos Trabalhadores.

No Brasil, o Dia do Trabalho começou a ser comemorado na era Getúlio Vargas (1930-1945), com festas e desfiles. Aproveitando a data para aumentar sua popularidade, durante vários anos, o presidente da República anunciava, no dia primeiro de maio, o aumento do salário mínimo e outras conquistas trabalhistas. Como por exemplo a Consolidação das Leis de Trabalho-CLT, em 1943.