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Publicado em Sustentabilidade , dia 8 de abril de 2015

Desperdício de alimentos é desperdício de dinheiro

Por: Cooperforte

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Estudo da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) de 2013 aponta que um terço dos alimentos produzidos no mundo é desperdiçado, enquanto milhões de pessoas passam fome. No Brasil, o desperdício chega a 40 toneladas por dia, de acordo com levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Empraba).

O estudo da FAO também aponta que mais da metade do alimento desperdiçado se perde na produção, na manipulação após a colheita e na armazenagem. O restante se perde no processamento, na distribuição e no consumo. E quanto mais tarde os produtos se perdem na cadeira alimentar, mais danosas são as consequências ambientais, já que ao custo inicial da produção são adicionados os custos ambientais do processamento, do transporte, do armazenamento e da utilização dos alimentos.

Para a Embrapa, a quantidade de alimentos desperdiçados no Brasil, anualmente, é suficiente para alimentar 19 milhões de pessoas diariamente.

Segundo Carlos Dória, do Centro de Cultura Culinária Câmara Cascudo, de São Paulo, “o brasileiro sempre teve mesa farta por conta de estar em um país tropical, e não está acostumado a aproveitar o alimento integralmente”. Para provar que é possível aproveitar tudo, o chef Alex Atala criou um menu composto completamente por partes usualmente desprezadas pelas pessoas.

Faça sua parte: compre somente o necessário, e não coloque no prato mais comida do que vai comer. Use integralmente os alimentos e aproveite os diferentes sabores. E sem desperdício.

Saiba mais:

https://www.fao.org.br/daccatb.asp

http://www.bancodealimentosrs.org.br/Noticia/352/Dados-alarmantes-sobre-desperdicio-de-alimentos-no-mundo-Banco-de-Alimentos-minimiza-o-problema-ha-13-anos

http://www.redebrasilatual.com.br/ambiente/2014/05/desperdicio-de-alimentos-no-brasil-chega-a-40-mil-toneladas-por-dia-3443.html

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 1 de dezembro de 2014

Economizando, água e dinheiro não vão para o ralo

Por: Cooperforte

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A situação crítica dos maiores reservatórios hídricos do país, tão baixos que ameaçam o abastecimento de várias capitais e de grandes cidades, traz consigo um recado para a população brasileira: todos precisamos ter consciência e responsabilidade no uso da água, evitando qualquer forma de desperdício.

Esta medida, além de trazer economia na conta de água, é uma  atitude cidadã e solidária, pois representa cuidado para com um bem escasso, patrimônio universal, que democraticamente pertence e é essencial a todos – a água. Por isto, mesmo que já sejam bastante conhecidas, nunca é demais lembrar que:

 

▶ No banho, uma ducha aberta por 15 minutos consome 135 litros de água. Assim, feche a torneira ao se ensaboar e reduza para 5 minutos seu tempo no chuveiro. O consumo cairá para 45 litros.

▶ Ao escovar os dentes, logo após molhar a escova, feche a torneira, pois aberta por 5 minutos ela jorra 12 litros. Para enxaguar ou bochechar, colha a água em um copo. A economia será grande.

▶  Na pia da cozinha, após molhar toda a louça, feche a torneira. Depois, ensaboe tudo o que vai ser lavado. Por fim, enxague tudo em uma única etapa. O consumo pode diminuir cerca de 20 litros.

▶ Lavar a calçada e carro com mangueira é ser um vilão do desperdício. Nos dois casos, só recorra à lavagem quando extremamente necessário. Muitas vezes consegue-se bom resultado simplesmente varrendo a calçada e limpando o carro com um balde de água e um pano.

▶ Estar sempre atento para identificar e rapidamente consertar eventuais vazamentos, principalmente em torneiras, válvulas de descarga e chuveiros é evitar  que a água e o dinheiro vão direto “para o ralo”…

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 6 de novembro de 2014

O Brasil recicla seus números

Por: Cooperforte

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Muito se fala sobre os efeitos positivos da reciclagem de materiais e objetos para o meio ambiente, mas esta atividade é também uma importante fonte de renda para famílias e entidades.

Você sabia que o Brasil é campeão mundial na reciclagem de garrafas PET e latas de alumínio, porém aproveita apenas 11% das 170 milhões de toneladas de lixo produzidas diariamente, e que este percentual é cinco vezes menor do que o aproveitado nos países desenvolvidos? Com isto, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea, todo ano a economia brasileira deixa de tirar, dos lixões e aterros, aproximadamente R$ 8 bilhões.

Mesmo ainda sem ser plenamente explorada em nosso país, a atividade “ecoeconômica” da reciclagem apresenta números impressionantes. Veja só:

 

▶ Cerca de 160.000 pessoas vivem exclusivamente da coleta de latas de alumínio e atividades afins

▶ Aproximadamente 15 mil escolas e instituições assistenciais e culturais integram programas permanentes que trocas latas de alumínio por material escolar, cestas básicas e equipamentos eletroeletrônicos, como microcomputadores e copiadoras, entre outros

▶ O Brasil recicla 98% das latas de alumínio, o que em um ano ultrapassa 267 toneladas e 20 bilhões de unidades. Por dia, são 54,1 milhões de latinhas, ou seja, 2,3 milhões por hora.

 

Menos é mais – O processo de reciclagem gasta apenas 5% da energia elétrica e libera apenas 5% de gás de efeito estufa da quantidade processada na produção de alumínio primário, informa o International Aluminium Institute.

 

Sobre a mesma questão, clique e leia também:

▶ Coleta Seletiva é o primeiro passo

▶ O que fazer com o lixo eletrônico?

 

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 3 de novembro de 2014

Jardins suspensos: da milenar Babilônia, direto para sua casa

Por: Cooperforte

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Muito raro nos centros urbanos e nas áreas mais densamente povoadas das grandes cidades, o verde vivo, mais do que uma cor, é um dos recursos paisagísticos mais valorizados e necessários. Afinal, além de humanizar ambientes que em princípio pareceriam hostis, árvores e plantas contribuem para amenizar não só o calor, mas também a poluição atmosférica, visual e sonora.

Mas semear o verde não precisa ser responsabilidade apenas dos órgãos municipais. Qualquer pessoa, por menor varanda, jardim ou muro que tenha, pode participar deste esforço pela qualidade do ar e pela saúde do planeta. Uma boa alternativa neste sentido são os jardins verticais.

Aproveitando paredes externas da casa ou os muros, os jardins verticais embelezam o espaço doméstico e proporcionam bem-estar, aumentando o contato diário com a natureza, por meio de suas plantas e flores.

Criar e manter um jardim vertical não é coisa complicada e pode ajustar-se perfeitamente ao tamanho do seu bolso. Depende apenas de sua criatividade. Da simples composição de vasos de cerâmica, com gerânios, jiboias, pimenteiras e samambaias, até o paisagismo profissional utilizando plantas exóticas, tudo vale para deixar mais bonito o ambiente. Lembrando sempre que muitas vezes, quanto menor forem os recursos, maior terá de ser a criatividade, e mais rico e inovador será o resultado.

Algumas empresas são especializadas em projetar e instalar paredes verdes, utilizando, tijolos especiais, próprios para o plantio. Mas como tudo na vida, este serviço “vale quanto pesa”. Entretanto, não precisa ser a falta de dinheiro que vai impedir você de realizar seu sonho de ter em casa “os jardins suspensos da Babilônia”. Se a grana está “curta” para tijolos especiais e até mesmo para vasos de cerâmica, que tal improvisar com embalagens vazias de garrafas pet, sorvete, água sanitária, amaciante e qualquer outra que possa servir de vaso para as plantas?

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Publicado em Atualidades, Novidades, Sustentabilidade , dia 30 de setembro de 2014

Mais bicicletas, menos poluição ambiental e sonora

Por: Cooperforte

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Principalmente nas grandes cidades, trânsito é uma situação estressante, sobretudo para quem trabalha. Muitas vezes por dia gera ansiedade, consome tempo, expõe motoristas, motociclistas e pedestres a riscos, provoca hostilidades e muitas outras emoções desgastantes e comportamentos desagradáveis. Para piorar, o trânsito de automóveis é um dos principais poluidores do ar, pela quantidade de fumaça tóxica que lança no ambiente.

Diante disto, ninguém duvida que o uso de bicicletas para deslocamentos urbanos é uma poderosa alternativa para diminuir os problemas causados pelo trânsito. Entretanto, a grande maioria das cidades brasileiras não possui infraestrutura que incentive e ofereça segurança a quem usa este veículo econômico e ecológico. Por isto, muito se tem discutido sobre a construção de ciclofaixas e ciclovias e as opiniões são as mais diversas.

Sobre o uso da bicicleta como meio de transporte para ir ao trabalho e à escola, os próprios ciclistas destacam como vantagens:

Saúde - Pedalar faz bem à saúde, combate o estresse, a depressão, a ansiedade e outras doenças. A endorfina liberada no exercício causa bem-estar.

Menos peso e mais resistência – O exercício físico queima calorias, levando à redução de peso. Além disso, aumenta o preparo físico.

Diminui ruídos – o trânsito de bicicletas é silencioso, diminuindo o barulho das ruas.

Economia - É o veiculo mais econômico, pois não precisa pagar impostos e os gastos com manutenção são mínimos.

Espaço - É fácil de estacionar e ocupa muito menos espaço do que um carro. Entretanto requer bicicletário, que ainda são insuficientes.

Sustentabilidade – Não poluidora, cada bicicleta no trânsito significa menos um carro nas ruas.

 

Como desvantagens, eles apontam:

Trânsito caótico - É perigoso para os ciclistas, especialmente nas áreas movimentadas das grandes cidades.

Falta de ciclovias, ciclofaixas – Esta estrutura viária quase não existe. Além disto, o estado de conservação das vias exige redobrada atenção e aumenta o risco de acidentes.

Falta de integração com outros transportes – Nem todas as companhias de metrô permitem a entrada de bicicletas nos vagões. Algumas definem horários incompatíveis com a ida / volta do trabalho / escola.

Variação climática – Mesmo acompanhando as previsões do tempo, há estações em que as chuvas são inesperadas.

Conforto e apresentação pessoal – Requer estrutura para banho na empresa, para que o ciclista trabalhe confortavelmente e mantenha alinhada sua aparência.

 

 

 

Fonte: http://www.movebla.com/644/as-vantagens-e-desvantagens-de-trabalhar-de-bicicleta/

 

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Publicado em Atualidades, Sustentabilidade , dia 18 de setembro de 2014

Adotar árvores é adotar qualidade de vida e o meio ambiente

Por: Cooperforte

shutterstock_132761504Da importância das árvores, ninguém duvida, mas ninguém duvida, também, que as queimadas e o desmatamento, pelos prejuízos que causam ao clima, são cada dia mais condenáveis e preocupantes.

Sabendo disto, mais importância deve ter o Dia da Árvore, comemorado no Brasil no dia 21 de setembro. Aliás, muita gente pensa que a árvore que melhor simboliza nosso país é o pau-brasil. Entretanto, é o ipê-amarelo a árvore-símbolo nacional, porque suas flores tem uma das cores mais fortes da nossa bandeira: o amarelo ouro.

Mesmo sabendo da importância das árvores, nem sempre o homem as preserva. Para atender as necessidades do desenvolvimento industrial, do crescimento urbano, da mineração, do cultivo de grãos e da pecuária, grandes áreas são constantemente desmatadas. Como resultado, o próprio pau-brasil hoje é uma árvore em extinção, assim como também são o jacarandá, o mogno e o pinheiro.

O contrabando de madeiras também motiva desmatamentos, principalmente na Floresta Amazônica, pela dificuldade de fiscalização e facilidade de acesso a outros países. Os prejuízos seriam menores se, nas áreas devastadas, houvesse o plantio das mesmas espécies, apesar de que o crescimento pode levar até décadas.

Felizmente, a sociedade está se conscientizando quanto à importância das árvores para o meio ambiente e a arborização nas praças públicas é cada vez mais valorizada. Deste modo, o corte de árvores no espaço urbano – às vezes até mesmo em áreas particulares – precisa ser autorizado pelos órgãos competentes, sob pena de ser considerado crime ambiental.

Aumentar a área verde das cidades é uma causa nobre, da qual todo mundo pode participar. Seja plantando uma árvore ou cuidando das que já existem, cada um pode fazer a sua parte. Muita gente, inclusive, ao invés de adotar animais, prefere adotar árvores, como forma de contribuir para a melhoria do meio ambiente, até com apoio de projetos governamentais.

Conheça, nos links abaixo, três ações neste sentido:

▶ http://parqueburlemarx.com.br/adote-uma-arvore/

▶http://www.sescsp.org.br/programacao/5381_ADOTE+UMA+ARVORE#/content=programacao

▶ http://www.tse.jus.br/hotSites/mostra-da-qualidade/pdf/trabalhos/socioambiental/adote-uma-arvore.pdf

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 3 de setembro de 2014

Coleta seletiva: uma responsabilidade de todos

Por: Cooperforte

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Um dos maiores problemas do mundo atual pode ser descrito com apenas quatro letras: l – i –  x – o. Pelas razões mais diversas – que vão da obsolescência programada1 até a geração do lixo doméstico e industrial, tóxico e radioativo – tudo o que é inadequadamente descartado constitui uma grave ameaça ao meio ambiente. Seja pelo espaço ocupado por aterros, seja por questões como poluição e contaminação do solo e da água.

O problema é tão alarmante que está mobilizando governos, indústrias e a própria sociedade na busca de soluções. No Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos2, que entrou em vigor em agosto passado, é uma delas e prevê, inclusive, a coleta seletiva. Por ser um processo dinâmico e sua implantação estar em curso, ainda não se tem uma estatística atualizada do total de municípios que adotaram esta medida, mas estima-se que já ultrapassem mil.

Em síntese e de modo mais simples, coleta seletiva é a separação do lixo, na origem (em casa, no trabalho, em escolas, no comércio, indústrias, clubes, etc) de acordo com sua natureza. No estágio mais elementar, é a separação lixo seco (papelão, vidro, isopor, plástico, lata, metais) do lixo molhado (restos vegetais e outros materiais orgânicos). Em uma etapa mais avançada, a classificação e a triagem são bastante específicas: vidro, separado de plástico, separado de metal, por exemplo.

Um dos benefícios da coleta seletiva, além do aspecto ambiental, é a contribuição social desta prática, que facilita o trabalho das cooperativas de catadores, que recolhem, separam e vendem todo tipo de material a ser reciclado e aproveitado pela indústria de transformação.

 

Veja, no vídeo abaixo, que a Cooperativa 100 Dimensão, do Distrito Federal, diz sobre o assunto.


Fique por dentro

  1. Obsolescência programada é http://blog.cooperforte.coop.br/?s=obsolescencia+programada
  2. Política Nacional de Resíduos Sólidos é http://blog.cooperforte.coop.br/lixo-eletronico-um-problema-com-solucao/