BLOG COOPERFORTE
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Publicado em Negócios , dia 10 de junho de 2015

Como surgem as grandes ideias?

Por: Cooperforte

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“Tudo começou com uma ideia!”, não é raro ouvir alguém dizer quando estamos diante de uma novidade. E não é sem motivo. Grandes invenções, grandes empresas, grandes descobertas na maioria das vezes evoluíram de uma ideia simples e despretensiosa, porém muito rica de possibilidades.

Entretanto, nem todas as ideias são aproveitadas e muitas delas, inclusive, por não serem levadas a sério, são descartadas, levando para o lixo a inovação que estavam sugerindo ou até mesmo o caminho diferente que poderiam estar apontando. É uma pena…

Diferentemente de processos e métodos tradicionais de produção e criação intelectual, as grandes ideias costumam surgir espontaneamente, como exercício e resultado de um pensamento livre, que em algum sentido vai além dos padrões e dos limites da realidade. Mesmo que diga respeito a eles ou que tenha surgido com a intenção de transformá-los, as melhores ideias muitas vezes brotam do acaso ou de uma situação inusitada. E por isto são, verdadeiramente, inovadoras.

Segundo observadores e estudiosos, as grandes ideias se tornam melhores ainda quando são confrontadas com outras e diferentes ideias. Quando conflitadas e influenciadas por elas, aproveitam e assimilam o que elas lhe podem agregar e enriquecer.

É por isto que em muitos casos os produtos e soluções que surgem da criação coletiva são mais ricos do que aqueles que resultam de produções individuais. No vídeo abaixo, o escritor de ciência norte-americano Steven Berlin Johnson explica detalhadamente como surgem as grandes ideias, com ilustrações e em português. Veja!

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Publicado em Negócios , dia 16 de março de 2015

Ninguém aprende tudo no colégio…

Por: Cooperforte

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O grande compositor brasileiro Noel Rosa, na música Feitiço da Vila,  diz em certo verso uma coisa muito interessante: “ninguém aprende samba no colégio”.  Composta há 81 anos e também conhecida como Feitio de Oração, é um clássico da música popular brasileira.

Ampliando o sentido do verso, chega-se a uma constatação intrigante. A de que o ensino formal, mesmo com toda tecnologia, apesar de sua inegável importância para o desenvolvimento humano e para o progresso da sociedade, não consegue ensinar tudo. A prova disto é que algumas pessoas, com o mais baixo grau de escolaridade, cria obras surpreendentes que, de tão extraordinárias, se tornam clássicas. Isto é muito comum no mundo das artes, principalmente da música e da pintura, e também na área esportiva.

No campo do empreendedorismo isto também acontece. Não são poucas as pessoas que, com quase com nenhum estudo, começaram um pequeno negócio e o implementaram de forma tão inovadora que, em poucos anos, se tornaram grandes empresários e empresárias. Por servirem de exemplo, frequentemente  são convidados a fazer palestras para outros empresários, líderes e estudantes, relatando suas experiências.

O mundo de hoje é digital e, mesmo que não pareça, pode tornar mais simples a vida de quem tem pouco estudo. A tecnologia por exemplo, se em toda sua complexidade não é coisa atraente para quem tem pequeno grau de alfabetização, possui recursos básicos podem facilitar a vida de muita gente.

Vejamos: uma pessoa que não sabe ler nem escrever teria infinita dificuldade para mandar uma mensagem, se obrigatoriamente tivesse que escrever um texto. Mas aprendendo seis ou sete ícones e dois ou três comandos consegue facilmente mandar uma mensagem de voz e imagem no Whatsapp. E assim agilizar sua comunicação, encurtar distâncias e “chegar” em tempo real até quem ela quiser.

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Publicado em Negócios , dia 4 de dezembro de 2014

Sucesso financeiro – Querer é poder

Por: Cooperforte

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Para muitos, o ditado “querer é poder” é apenas uma frase de efeito, muitas vezes até questionável. Porém, quando se trata de sucesso financeiro, muitos brasileiros já provaram que com esforço, planejamento e dedicação, é possível construir grandes fortunas. Edson Bueno, Lírio Parisotto e Sérgio Amoroso são exemplos de pessoas que saíram de classes menos favorecidas e, ao longo de suas vidas, construíram uma boa fortuna. Quer saber quem são essas pessoas e suas histórias? Veja abaixo:

 

1.   Edson Bueno: criado por sua mãe, dona-de-casa, e seu padrasto, caminhoneiro, Edson teve uma infância simples na cidade de Guarantã, interior paulista. Quando criança, trabalhou durante muito tempo como engraxate e chegou a repetir quatro vezes a 4ª série. Foi então que ele conheceu o médico da cidade e se encantou pela profissão. O ex-engraxate superou os problemas escolares e formou-se em medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Em seu primeiro emprego no Hospital Duque de Caxias, Bueno mostrou sua capacidade empreendedora. A instituição passava por problemas financeiros e Edson, que não estava recebendo salário, propôs ao diretor do hospital que seus serviços fossem pagos em cotas de participação.

Edson deixou de ser empregado para tornar-se dono e transformou o hospital Duque de Caxias no que hoje é: a maior empresa de plano de saúde do Brasil, a Amil. Em 2012, a empresa foi vendida para a americana United Health e, hoje, Edson Bueno é o controlador da companhia de medicina diagnóstica Dasa.

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Créditos: Germano Lüders

 

2.   Lírio Parisotto: vindo de uma família simples de agricultores do interior do Rio Grande do Sul, Lírio ia descalço para a escola e trabalhava na lavoura junto com seus nove irmãos. Aos 22 anos abriu uma loja de som automotivo e, mais tarde, analisando uma necessidade de mercado, lançou-se no ramo industrial com a Videolar, que nasceu produzindo fitas cassetes e VHS e hoje é líder nacional no segmento de produtos para armazenamento de mídias digitais.

Dez anos após a abertura da Videolar, Parisotto descobriu sua paixão pelo mercado de ações. Chegou a perder 600 milhões, mas se recuperou e hoje é um investidor tão dedicado que possui um escritório na sede de uma das principais corretoras do país.

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Créditos: Marcelo G. Ribeiro

 

3.   Sérgio Amoroso: aos 11 anos, sua família viu seu único bem, uma pequena propriedade rural, ir à falência. Diante disso, todos se mudaram para a cidade de Birigui (SP), e Sérgio teve que buscar seu primeiro emprego: assistente de almoxarifado em uma fábrica de calçados.

Sete anos depois e cansado daquela vida, decidiu tentar uma oportunidade em São Paulo. Após oito meses de muita dificuldade, encontrou emprego em uma fábrica de embalagem de papel e cresceu na profissão, até que, no início dos anos 80, a empresa pediu concordata. Em 1981, Amoroso e alguns sócios alugaram um galpão e começaram sua própria fábrica, que hoje é uma das maiores produtoras de celulose do país.

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Créditos: Ernesto de Souza

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/dez-milionarios-e-bilionarios-que-comecaram-do-nada

 

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Publicado em Atualidades, Negócios , dia 15 de setembro de 2014

Na internet, proteção e privacidade não fazem mal a ninguém

Por: Cooperforte

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Segurança, todo mundo quer. Atualmente, não só a segurança física, mas também proteção digital. Não são raros os casos de celebridades que tiveram e têm a intimidade exposta ao público pela ação criminosa de pessoas que tiveram acesso clandestino às suas senhas ou violaram seus arquivos eletrônicos.  Além de fotos comprometedoras, dados pessoais e financeiros são os alvos preferidos. Daí a importância de proteger seus equipamentos e dispositivos móveis com antivírus e tomar cuidados que dificultem o acesso de terceiros mal-intencionados.

Com isto, privacidade hoje está na ordem do dia, considerando o uso cada vez mais frequente de geolocalizadores, que identificam a área onde o celular está, e de outros recursos que, por meio de algoritmos, estimam o perfil do usuário, a partir de sua navegação e até de palavras que ele usa com frequência em suas mensagens e arquivos.

A própria publicação de fotos pessoais nas redes sociais -  quando por demais “despreocupadas” – pode ser um caminho para exposição descontrolada da imagem dos “modelos”. E derivar várias interpretações que podem comprometer, inclusive, a carreira profissional do fotografado.

Sabendo disto, nada melhor do que seguir as dicas divulgadas no site da Semp Toshiba. Então, vamos lá:

- Faça sempre logout – Quando afastar-se do computador, bloqueie ou desligue o equipamento. Sem isso, seu login e senha podem ser acessados por qualquer pessoa que venha a usar aquele computador.

- Instale antivírus – É proteção fundamental contra ameaças mais diversas: vírus maliciosos, invasões e outras.

- Proteja seus dispositivos móveis – Os cuidados acima valem também para smartphones, tablets e outros dispositivos móveis.

- Seja cuidadoso – Tenha certeza da procedência e da segurança dos programas e aplicativos que você baixa em seu celular. E fique atento às permissões e dados que são solicitados.

- Vasculhe as redes sociais – Leia instruções, contratos e sobretudo as configurações referentes a privacidade. Definir quem pode ver suas fotos e posts é uma das formas de ficar menos exposto nas redes sociais.

VOCÊ SABIA?

A Lei 12.737/2012 considera crime a “invasão de dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita”.

A pena é detenção de 3 meses a 1 ano, além de multa. Apelidada Lei Carolina Dieckman, foi proposta e aprovada quando a atriz foi vítima de uma situação constrangedora, decorrente do roubo de fotos na internet.

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Publicado em Negócios , dia 16 de janeiro de 2014

Documentos, por favor! O que guardar e por quanto tempo…

Por: Cooperforte

Recibos, contas, extratos, faturas, boletos, notas fiscais, declarações de rendimentos, comprovantes de pagamentos. Ao longo do ano é grande o volume de papéis que acumulamos aleatoriamente em nossas pastas e gavetas. Mas chega uma hora em que o melhor a fazer é separá-los e organizá-los, descartando o que não serve e guardando aqueles que mais cedo ou mais tarde serão necessários, inclusive, para o preenchimento da declaração do Imposto de Renda.

Por ser começo do ano, janeiro costuma ser o melhor mês para isto, mas sempre surgem dúvidas quanto ao que pode ser desprezado e o que deve ser guardado. E, principalmente, por quanto tempo.

O caderno Economia / Defesa do Consumidor do jornal eletrônico O Globo tem dicas práticas e informações muito úteis para quem deseja organizar suas gavetas. Clique aqui.

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Publicado em Negócios , dia 7 de janeiro de 2014

Dez virtudes de um bom negociador

Por: Cooperforte

Fazer boas parcerias, resolver situações embaraçosas, fechar contratos vantajosos, solucionar conflitos, garantir preços favoráveis e aprovar propostas interessantes para o negócio. Tudo isto, na maioria das vezes, depende do sucesso nas tratativas e na negociação.  Por isso, ser bom negociador é qualidade muito importante para quem quer alcançar êxito profissional. Mas que ninguém duvide: também na vida pessoal, o acordo e o entendimento sempre facilitam muitas coisas.

O melhor caminho para se chegar a uma boa negociação é a relação ganha-ganha, ou seja, a busca de uma alternativa que, de algum modo, beneficie todas as partes. Contudo, para ser um negociador eficaz é preciso ter objetividade, conhecimento, informação, racionalidade, flexibilidade, capacidade de análise e habilidades de diálogo. E também assertividade, equilíbrio e firmeza para argumentar, contra-argumentar e resistir a pressões, inclusive no que se refere a prazos.

Se interessou pelo tema e quer saber mais sobre o assunto?  Então, veja os livros e manuais abaixo:

. Como Negociar – Técnicas, Estratégias e Táticas para Negociar Melhor e Obter Vantagens – Homero Amato

. Everything is negotiable: How to get the best deal every time – Gavin Kennedy (Editora Random House UK)

. A Bíblia de Vendas - Jeffrey Gitomer (Editora M. Books)

 

Fonte: http://www.biinternational.com.br/noticias/empreendedorismo/como-fazer-uma-boa-negociacao/

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Publicado em Negócios , dia 10 de dezembro de 2013

Inovação: cara ou coroa da Comunicação?

Por: Cooperforte

Nos dias atuais, a todo instante surgem novidades. Novos fatos, novas formas, novas alternativas, novas possibilidades, novos conceitos que nos fazem mudar, inclusive, nossa visão de mundo.

Nesta realidade, inovação não deve ser apenas uma palavra ou uma intenção. Precisa ser uma atitude permanente, para garantir interesse, efeito e visibilidade que facilitem alcançar os objetivos desejados.

Mesmo que o conteúdo das mensagens seja algo consolidado pelo tempo, é necessário inovar na forma de comunicá-lo, utilizando recursos e linguagens que são próprios do tempo presente. Isto é o que a Cooperforte vem fazendo com seu programa de educação financeira, que este ano teve o Caminho da Felicidade reconhecido com o Prêmio Marketing Best 2013.

Cada vez mais as redes sociais mostram a força de sua comunicação. Sobretudo pelo compartilhamento, as pessoas difundem entre os amigos informações que, de algum modo, incentivam mobilizações, engajamentos e mudanças de comportamento.

Navegando nesta onda, a Cooperforte desenvolveu no Facebook a ação Caminho da Felicidade, que objetivou não só disseminar noções de educação financeira, mas também contribuir para que as pessoas alcancem equilíbrio de suas contas. Neste sentido, veiculou cards com pílulas informativas na linha do tempo da Cooperativa, disponibilizou para download uma planilha para controle das receitas e despesas e também um game dinâmico e colaborativo.

A participação e a interação do público mostraram – pelo volume de acessos, compartilhamentos e downloads – como a ação, por ser inovadora em sua proposta, teve grande alcance e eficácia, incentivando a educação financeira dos participantes.

Para saber mais sobre o Caminho da Felicidade, confira o Vídeo Case da campanha: